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Tagusvalley: Projeto de Infraestruturas da Região Centro – “Isto é algo pensado há 15 anos”

17/05/2022 às 10:29

O projeto promovido pela TAGUSVALLEY, TAGUSVALLEY 2030 conta com 3 aceleradores de aproximadamente “300m2” cada. Este projeto teve o valor “adjudicado de 451.249.94€” e prevê-se que a sua construção dure mais dois meses.

De acordo com o presidente da câmara de Abrantes, estes não serão os únicos três aceleradores a serem construídos, mais tarde espera-se construir mais sete módulos no Parque de Ciência e Tecnologia. “Agora estão a ser feitas três, depois mais três aqui, duas” mais atrás e outras duas ao lado das que estão a ser agora construídas.

Ao fim de 15 anos, este parque passa a cumprir os objetivos “isto é algo pensado há 15 anos, não conseguimos por variadíssimas razões”, explica Manuel Valamatos”. Estes objetivos são desde promover o empreendedorismo, a inovação e o “desenvolvimento tecnológico das empresas de região”.

Posteriormente a este “acelerador de empresas” a Tagusvalley tinha um serviço de incubação de ideias e projetos, as empresas que aqui se encontram neste processo de incubação vão passar agora para estas novas estruturas. “Na incubação temos quatro anos, mais dois como limite”, acrescenta Pedro Saraiva.

Manuel Jorge Valamatos explica este acelerador como “um momento de pôr em marcha o que incubou”. As empresas vêm para aqui, mas não ficam por muito tempo, “os indivíduos” vem para aqui “e daqui a 15 dias saiam de cá”, tendo em conta que o período de permanência é relativo "depende de empresa para empresa", explica o presidente da câmara, “depois vão para a zona industrial”. Acrescenta que, “o acelerador é também um momento de aprendizagem”.

Este é um espaço “para começar a desenvolver” qualquer negócio que esteva ligado ao “mundo digital”, com “a energia”, é um espaço “muito tecnológico”.

Para os três módulos que existem, já tiveram mais candidaturas “do que módulos”. “Fomos um bocado surpreendidos, mas pela positiva”. Percebe-se assim que já há uma lista de espera, as primeiras empresas a entrar são as que estão já na
Tagusvalley em incubação. “Uma das empresas fica um dos módulos outra empresa com dois”, esta é divisão que atualmente têm para estes módulos a serem construídos.

O presidente da câmara de Abrantes acredita que o “melhor era termos isto aqui replicado uma centena de vezes”.

As empresas que entram para este projeto são empresas de base tecnológica, este tipo de empresas caracteriza-se por serem “empresas que usam tecnologia na sua base”, naquilo que vão produzir ou no “seu próprio processo criativo” ou utilizam a tecnologia para produzir na área da saúde, eletrónica e automação ou até mesmo “para construir máquinas para outros setores”.

Maria Francisca Carvalho

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