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Praias Fluviais: Quercus atribui "Qualidade de Ouro" a 440 zonas balneares, 13 no Médio Tejo

31/05/2022 às 18:49

A associação ambientalista Quercus atribuiu a bandeira de “Qualidade de Ouro 2022” a 440 zonas balneares portuguesas, o maior número de sempre, sendo mais 47 praias face ao ano anterior.

Em comunicado hoje divulgado, a Quercus revelou a listagem das 440 praias distinguidas com a qualidade de ouro, “um valor recorde na história deste galardão”, que avalia a qualidade das águas balneares nacionais.

Das 440 praias galardoadas em 2022, 359 são costeiras, 72 interiores e nove de transição, sendo que a região Tejo e Oeste voltou a registar o maior número de praias galardoadas, com 103, seguida da região do Algarve, com 86, e da região Norte, com 78.

As regiões autónomas dos Açores e da Madeira também verificaram uma subida, com mais 12 e cinco praias galardoadas, respectivamente, para um total de 54 e 35.

De acordo com a Quercus, foram distinguidas mais 47 praias em relação a 2021, com a região Centro a registar a maior subida (de 23 praias, equivalente a um aumento de 85%), destacando-se, igualmente, o aumento das praias do interior com qualidade de ouro, 72 no total.

No que diz respeito a praias interiores, ou em água doce, o Médio Tejo, integrado na região do Tejo e Oeste, conquistou 13 medalhas. Vila de Rei repete as suas cinco praias [Bostelim, Fernandaires, Pego das Cancelas, Penedo Furado e Zaboeira], Tomar tem três [Alvarangel, Montes e Vila Nova da Serra], Mação continua com duas [Cardigos e Carvoeiro], Abrantes [Aldeia do Mato], Ourém [Agroal] e Sertã [Ribeira Grande] têm uma praia.

Já na região Proença-a-Nova tem três praias com grau ouro [Aldeia Ruiva, Fróia e Malhadal] e Oleiros outras três [Açude do Pinto, Álvaro e Cambas].

Segundo os critérios definidos para a atribuição do galardão em 2022, está a qualidade da água “excelente” nas épocas balneares de 2017 a 2020 (não são ainda conhecidas as classificações de 2021) e não ter sido registado qualquer tipo de ocorrência/aviso de desaconselhamento da prática balnear, proibição da pratica balnear e/ou interdição temporária da praia na época balnear de 2021.

Também todas as análises realizadas na época balnear de 2021 devem ter resultados melhores do que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Directiva relativa às águas balneares.

Isto é, para águas costeiras e de transição, todas as análises deverão apresentar valores inferiores a 100ufc/100ml (unidade formadora de colónias/mililitro) para os enterococos intestinais e inferiores a 250ufc/100ml para a Escherichia coli; e para águas interiores, 200ufc/100ml e 500ufc/100ml, respectivamente.

C/ Lusa

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